As pessoas ao seu redor também começaram a trocar os computadores por dispositivos pós-PC?
A pergunta do título é algo que eu gostaria que vocês respondessem nos comentários, e tem uma razão de ser: recentemente notei que ao meu redor isso já é uma realidade cada vez mais presente.
Imagino que o grupo de pessoas ao meu redor fuja à regra usual, por isso não quero usá-lo como base para qualquer conclusão, mas ao longo deste ano a minha mãe aposentou o notebook em prol de um tablet, a minha sogra seguiu pelo mesmo caminho, e o meu sogro, que aos 80 anos jamais soube operar um desktop, agora aos 81 usa diariamente seu iPad. Minha irmã deixa o notebook desligado e resolve suas demandas informáticas com o iPhone, minha esposa segue pelo mesmo caminho (e raramente opta pelo tablet), e duas amigas com quem conversei ontem a respeito fazem exatamente o mesmo.
Em todos os casos mencionados acima, há uma ressalva a fazer: quando há uma atividade profissional envolvida, no horário do expediente as pessoas mencionadas usam o computador oferecido pela empresa, como usual. E o tablet ou smartphone ficam ao lado, conectando-as. E quando elas chegam em casa, eles também acompanham em frente à TV, quando não a substituem.
Eu ainda fujo a esta regra, porque em geral estou no computador escrevendo, e a produtividade que obtenho com a multitarefa do desktop, a tela bem maior e os recursos criados em anos de desenvolvimento de fluxos de trabalho baseados em scripts shell, awk e AppleScript ainda não foi superada pelos dispositivos móveis.
Mesmo assim, cada vez mais o tablet se aproxima e vai ganhando espaço na minha rotina tecnológica diária: para ficar em um exemplo, este artigo está sendo escrito com o editor de textos Writing Kit em um iPad mini enquanto assisto a um episódio de Caçadores de Relíquias no History Channel, na TV.

O mesmo tablet também é o responsável (graças à magia do app Flipboard) por quase todas as leituras de atualização tecnológica que faço diariamente, que assim passaram a ocorrer ao redor do espírito do fenômeno second screen, como algo que ocorre em paralelo ao entretenimento oferecido por outra tela.
Mas este artigo não é sobre o meu uso da tecnologia, mas sim do que eu percebo nas pessoas ao meu redor - e em cada vez mais casos, noto que o tal movimento Pós-PC está ocorrendo para várias delas, pelo menos da porta da empresa para fora.
Sendo assim, pergunto: você também nota que as pessoas ao seu redor que tenham acesso a um smartphone ou tablet já começaram a trocar os computadores por dispositivos pós-PC?



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Comentários arquivados
Comentário de braun1928 em 27/11/2012 às 08:01:37
Comentário de Augusto Campos em 27/11/2012 às 09:42:23
Comentário de Antônio Pessoa em 27/11/2012 às 10:29:59
Comentário de Jackeline em 27/11/2012 às 10:47:03
Comentário de Fabrício Caixeta Andriani em 27/11/2012 às 11:12:47
Comentário de @williamwinwill em 27/11/2012 às 11:13:10
Comentário de Bruno Schmidt Marques em 27/11/2012 às 11:55:10
Comentário de Fábio Rodrigues em 27/11/2012 às 14:46:27
Comentário de Fausto Almeida em 27/11/2012 às 15:27:29
Comentário de Rogerio Nascimento em 27/11/2012 às 16:11:45
Comentário de Jorge Costa em 27/11/2012 às 17:35:36
Comentário de Eduardo em 27/11/2012 às 22:48:28
Comentário de Tiago em 28/11/2012 às 00:10:36
Comentário de Tiago Cunha em 28/11/2012 às 06:46:46
Comentário de Augusto Campos em 28/11/2012 às 11:28:35
Comentário de Fabiano em 28/11/2012 às 12:35:37
Comentário de Carlos Felipe em 28/11/2012 às 13:15:37
Comentário de phillipe em 29/11/2012 às 03:39:50
Comentário de Bruno Leandro em 30/11/2012 às 13:45:51
Comentário de Marcelo Ulianov em 01/12/2012 às 00:16:31
Comentário de André Eiras em 01/12/2012 às 12:36:45