OS X 10.8 Mountain Lion
Noteshelf: anotações à mão no iPad
Xee: um visualizador de imagens e editor simples para o Mac
Logitech Mini Boombox: som portátil sem fio
Melhores jogos para iPad: top 10, com vídeos

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Ripando DVDs no Mac com o Handbrake após a instalação do VLC 2.0

O Handbrake é uma das opções recomendadas para converter DVDs no Mac (e em outras plataformas também), extraindo o vídeo, o áudio e as legendas em formatos variados e prontos para assistir no computador ou mesmo no iPad e iPhone. Ele também brilha em outra tarefa comum, que á a conversão entre formatos e dimensões de vídeo.

Trata-se de um aplicativo open source e, para extrair o conteúdo dos DVDs no Mac, ele sempre se baseou em uma simbiose interessante com outro app open source: o VLC, player de vídeo que vem com uma cópia da biblioteca libdvdcss, mantida pela Videolan (que também mantém o VLC) que permite o acesso aos DVDs comerciais que em geral são criptografados na intenção de dificultar o acesso ao seu conteúdo sem autorização expressa dos distribuidores (incluindo as universalmente incômodas restrições por região geográfica de DVDs).

Mas a situação jurídica da libdvdcss, que é um mecanismo para contornar criptograia empregada oficialmente para proteger direitos autorais, é duvidosa (para dizer o mínimo) nos EUA e possivelmente em outros países com dispositivos legislativos similares ao DMCA, e muitos distribuidores de software (incluindo distribuições de Linux populares) não a incluem em seus pacotes, como medida preventiva contra problemas legais.

Com o recente lançamento do VLC 2.0, entretanto, a prática de não incluir a libdvdcss nos pacotes chegou ao VLC do Mac (que pode exibir os DVDs usando o suporte do próprio OS X), e causou uma vítima indireta: o conforto dos desenvolvedores do HandBrake, que até hoje podia não incluir a biblioteca e contar com o VLC instalado no Mac do usuário para fornecê-la.

Por enquanto já há uma solução temporária (e funcional): obter a biblioteca diretamente pelo instalador da libdvdcss provido pela Videolan e que a instala em uma pasta em que o Handbrake saberá encontrá-la automaticamente (/usr/lib/libdvdcss.2.dylib).

Não sei qual vai ser a solução definitiva, ou mesmo se os desenvolvedores do HandBrake (que não têm estado tão ativos quanto antigamente) farão algo a respeito (entendo que é a eles que isso compete), mas fica a dica para o momento.

VLC 2.0 chegou com nova interface no Mac

Como o BR-Mac havia antecipado na segunda-feira, a versão 2.0 do popular visualizador multimídia open source VLC foi lançada durante o final de semana.

As novidades incluem o novo licenciamento open source (pela LGPL) que possivelmente permitirá o retorno de uma versão para o iPad e iPhone, o suporte experimental a BluRay, o suporte a novos formatos de arquivo de vídeo e áudio, incluindo vários de uso tipicamente profissional, o melhor aproveitamento da capacidade de processamento de CPUs multi-core, GPUs e dispositivos móveis e muito mais.

Mas para os usuários de Macs há algumas novidades adicionais, com destaque para a interface renovada, agora baseada em uma única janela que apresenta de forma clara as funcionalidades da execução de vídeos e o controle da playlist, tarefas que nas versões anteriores eram realizadas em janelas separadas.

Embora o melhor aproveitamento de CPUs modernas seja uma das novidades que agradarão a maior número de usuários, quem tem um Mac menos recente ficará feliz em saber que a nova versão continua a suportar o OS X 10.5 e os Macs com processador PowerPC, e é capaz de exibir vídeos 1080p em um Dual G5.

Caso você tenha um drive de BluRay acoplado ao seu Mac, vale destacar que o suporte experimental a estes discos merece o destaque que recebe na divulgação da versão, mas ainda não é completo: além da ausência (por razões legais) de bibliotecas de suporte a DRM, o suporte aos menus dos discos está desativado.

Os desenvolvedores também terão interesse em saber que alguns novos exemplos de uso da libVLC em aplicativos foram incluídos no material do projeto para permitir o melhor entendimento de como usá-la em projetos externos.

Eu já instalei, estou usando e recomendo! E se você ainda não viu, dê uma olhada nesta lista de 10 coisas que o VLC faz e você não sabia

Carnaval 2012: promoções especiais na iTunes Store

Nem todo mundo gosta de pular ou assistir o carnaval, razão pela qual desde a pré-História (ou será desde a Renascença?) as locadoras de vídeo, emissoras de TV e outras fontes de programação alternativa se armam com força total para melhor atender a quem prefere ficar em casa.

E como este é o primeiro carnaval em que podemos contar com a iTunes Store no Brasil, aqui vai uma lista das opções de entretenimento que a Apple anunciou recentemente e você pode aproveitar durante o período de Momo!

  • Filme da Semana: É uma oportunidade de alugar um filme por menos e assistir em seu Mac, PC, Apple TV, iPhone, iPod touch ou iPad. Esta semana o filme selecionado é “O Estranho Mundo de Jack”, de Tim Burton, disponível por tempo limitado por US$1.99 (aluguel em HD).
     

  • Show grátis do Paul McCartney: por tempo limitado está disponível para assistir gratuitamente o vídeo do recente show em que Paul apresentou, com seus convidados, as músicas do seu novo álbum, que no momento está em pré-venda.
     

  • Acervo de música brasileira: Uma recente promoção de preços baixos para uma série de álbuns brasileiros já se encerrou, mas eles continuam organizados em uma coleção fácil de consultar, para fãs encontrarem discos que completam suas coleções. Alguns destaques são “Ideologia”, de Cazuza, “Ana e Jorge (Ao Vivo)”, de Ana Carolina & Seu Jorge e “Expresso 2222″, de Gilberto Gil, entre outros.
     

  • Seleção de filmes premiados: clássicos e modernos para garantir o cinema no sofá. E se não for suficiente, a coleção de apps para cinéfilos pode ajudar a encontrar mais alguns!
     

  • Apps para boleiros: o Carnaval não costuma ser uma época pródiga para o futebol, mas os fãs do nobre esporte bretão podem se interessar pela seleção especial de aplicativos para amantes do futebol que está em exposição na App Store brasileira.
     

  • Especial de Carnaval: A iTunes Store está com um especial de Carnaval que inclui uma coletânea exclusiva de Ivete Sangalo, reunindo músicas de sua carreira desde a Banda Eva e com a faixa bônus “Losing Control”, em que Ivete canta junto com a DJ Miss Cady. O álbum, com 21 músicas, custa US$7,99. As faixas avulsas poderão ser compradas por USD$0,99. O especial Carnaval 2012 ainda conta com álbuns de Claudia Leitte, Chiclete com Banana, Jammil e Uma Noites, Daniela Mercury, Asa de Águia, Michel Teló e uma seleção de álbuns de Sambas Enredo de Escolas de Samba. As músicas custam a partir de US$0.99 (por faixa).
     

  • Apps Carnavalescos: Para o Carnaval 2012 também há uma seleção de apps para quem vai curtir ou fugir da folia. Os apps Carnaval Recife 2012 e Blocos do Rio mostram o que cada cidade tem de melhor para quem quer cair na folia, que pode também usar o iPhone para fotografar com estilo usando Instagram e Hipstamatic. Para quem vai viajar, algumas recomendações são os organizadores de viagens TripIt e TripDeck, além do FlighTrack Pro, que permite visualizar os voos por todo o mundo. Essas e outras recomendações de apps na página do Carnaval 2012 na iTunes Store.

E bom carnaval!

AirParrot leva – hoje – a tela do seu Mac para o AppleTV

O recurso de mirroring (espelhamento) de vídeo do diminuto Apple TV já foi útil quando eu quis mostrar na tela grande uma apresentação que estava no meu iPad: bastou ativá-lo no tablet, e usar o app Keynote normalmente, com a sua imagem sendo replicada na telona via rede sem fio e Apple TV.

Ironicamente, entretanto, o mesmo recurso não estaria ao meu alcance se a apresentação em questão estivesse em um MacBook com o OS X Lion: hoje o sistema não oferece o espelhamento via AirPlay necessário a essa conexão com a Apple TV, e a alternativa acabaria sendo usar um adaptador para cabo HDMI no Mac – ou aguardar o lançamento do OS X 10.8 Mountain Lion, já anunciado para o segundo semestre e trazendo este recurso.

Há algumas boas razões para isso, incluindo a grande diferença na resolução (e veremos se vai se confirmar uma nova versão do Apple TV que vá além dos 720p antes do lançamento do novo OS X), mas já vimos anteriormente uma solução de software que permite ao Mac exibir a imagem de um iPad ou iPhone via AirPlay, e hoje é a vez de outra peça desse quebra-cabeças: fazer o Mac enviar sua imagem para exibição via mirroring em um Apple TV, sem fio.

O app responsável pela tarefa é o recém-chegado AirParrot, que permite operar normalmente em um MacBook, mini ou iMac e ter a sua imagem exibida também na TV que estiver conectada a um Apple TV que esteja na sua rede local e que você selecionar.

A já mencionada diferença na resolução e a forma como ocorre a compressão podem reduzir consideravelmente a nitidez em relação à tela nativa do seu Mac, mas mesmo assim a vantagem da tela maior pode compensar, na hora de mostrar algo a um público que não conseguiria ver bem o seu monitor.

Não é a solução ideal, mas é uma solução disponível enquanto o hardware e seu suporte oficial não evoluírem, ou seja, para os próximos meses. O AirParrot custa US$ 9,99.

Produtividade pessoal: Wunderkit agora é grátis até para seus recursos avançados

O Wunderkit foi lançado (para Mac e iPhone) há poucas semanas como sucessor do Wunderlist, o aplicativo de produtividade pessoal que eu uso e recomendo, tanto no Mac quanto no iPhone e iPad.

Ainda farei um review completo do novo lançamento (aqui, no Efetividade ou nos 2), mas por enquanto basta dizer que o Wunderkit expande as funcionalidades do Wunderlist em alguns caminhos interessantes, incluindo novos recursos como a separação de projetos e a integração social, ou seja, a coordenação de atividades coletivas ou em equipe.

Mas uma das grandes diferenças entre o Wunderlist que eu uso e seu recente sucessor Wunderkit é que este último não é integralmente gratuito como o seu predecessor: desde o seu lançamento ele podia ser usado gratuitamente, mas alguns dos novos recursos mais atrativos, como a colaboração em equipes ou grupos, ficavam disponíveis só para quem pagasse para ser usuário Pro.

Só que este esquema de preços aparentemente não teve o efeito que os desenvolvedores desejaram, e ontem tudo mudou: agora os recursos avançados existentes (incluindo a colaboração em grupos) estão disponíveis também para os usuários gratuitos.

As contas Pro continuam existindo e custando US$ 4,99, mas no momento não oferecem grande vantagem prática além do direito a suporte prioritário – segundo o anúncio da mudança, funcionalidades futuras da plataforma Wunderkit, como o armazenamento e compartilhamento de arquivos, trarão vantagens adicionais para quem for usuário Pro.

Seja qual for a razão que levou a mudar a estrutura de preços, a medida em si é positiva e vantajosa para o usuário. Caso eu migre do Wunderlist para o Wunderkit, vou lembrar do gesto e retribui-lo pagando o preço da conta Pro mesmo sem precisar dela, e tenho certeza de que outros usuários retribuirão do mesmo modo, ajudando a manter o projeto em operação.

E se isso, somado à presença do app em uma variedade de plataformas, ajudar a tornar realidade a ideia das atividades coordenadas em grupos de estudo, em turmas de pós-graduação cheias de compromissos em horários absurdos, para gerenciar a agenda de ensaios de bandas e grupos de teatro, e tantas outras aplicações simples da gestão de produtividade pessoal, tenho certeza de que os autores do Wunderkit saberão colher outros frutos adiante ツ



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