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Upgrade do disco do Mac mini: guia em vídeo

O leitor Brivaldo Jr avisou via @brmacblog que publicou um guia completo (incluindo vídeo do procedimento!) de como fez o upgrade do disco rígido do seu Mac mini modelo 2011.

No artigo ele registra as ferramentas necessárias (que não são as mais triviais), a preparação (inclusive do pen drive para instalação do OS X no novo disco) e a troca em si, que foi para o cada vez mais popular Momentus XT 750Gb e 8Gb SSD.

O resultado? Reproduzo da conclusão do texto: “Algumas coisas ficaram notavelmente mais rápidas como o Terminal, o iTunes, carregar as minhas máquinas virtuais do VMWare Fusion, realmente é uma das coisas que da outro fôlego para o seu pequeno e poderoso MacMini 2011.”

Agradeço ao Brivaldo por compartilhar conosco, e recomendo a leitura aos interessados: Trocando o disco do seu Mac Mini 2011.

Twenty: amplificador de áudio com AirPort Express acoplado – eu quero!

A capacidade do diminuto roteador sem fio AirPort Express de transmitir (via AirPlay e um cabo de áudio comum ou óptico) o som do seu Mac, iPad ou iPhone para o aparelho de som da sua casa já foi apresentada aqui em um artigo anterior, mas hoje chegou a vez de falar de um complemento a este recurso: o amplificador Twenty, da Griffin.

O minimalista Twenty é pequeno no tamanho e na quantidade de controles (mas perceba o botãozão de volume ali em cima dele), mas não fica devendo na potência de saída: 20W por canal. E o diferencial, naturalmente, é o conector de força e encaixe específicos para um AirPort Express.

Com um AirPort Express residindo ali nas costas do amplificador, a conexão sem fio (e sem perdas, usando um formato específico otimizado para isso) entre sua coleção de músicas do iTunes e o par de caixas de som/subwoofer (não inclusos) que você escolher conectar ao Twenty fica garantida, embora não aconteça pelo conector do encaixe, e sim por um cabo óptico de áudio (incluso) ligando os 2 aparelhos.

O Twenty foi demonstrado na CES (veja o vídeo no Engadget) no início deste ano, e ainda não está à venda, mas já se sabe que não será exatamente barato: a Griffin já avisou que ele vai custar “menos de US$ 200″, o que para mim significa US$ 199 – e isso sem o AirPort Express.

Mas essa parte eu já tenho, e sonhar não custa nada, portanto o plano de ter este amplificador na sala permanece de pé ツ

Dica do leitor: desempenho do MacBook Pro com troca do HD por um SSD

Por André Alexandre Gaio, autor convidado

Comprei recentemente um MacBook Pro de 15 polegadas a fim de substituir meu valoroso combatente, um MacBook Pro de 13 polegadas Mid/2010 que ficou sofrivelmente lento após o upgrade para o Lion, mesmo com um disco de 7200RPM e 8GB de RAM (mas mais detalhes sobre esta queda de desempenho virão a seguir).

O meu novo Mac veio com sua configuração default: Processador i7 de 2.2GHz, 4GB de RAM e disco SATA de 500GB de 5400RPM.

Pensando na expansão que eu já tinha em mente, comprei também 8GB de memória e um disco SSD Corsair Force 3 de 120GB, fora da loja da Apple.

Instalei as novas memórias (→ “Como fazer upgrade de memória no MacBook“) e fiquei surpreso ao abrir alguns poucos programas e notar que o consumo de memória foi para cerca de 7GB!

NOTA: como veremos a seguir, boa parte do consumo exagerado de memória ocorria só enquanto estava instalado o Sophos Antivírus. Cosiderando as informações da Apple sobre os recursos internos de segurança do Mac eu o desinstalei e a partir daí o consumo de memória se normalizou. Mas veremos a seguir o relato na ordem em que as coisas realmente aconteceram.

Após 2 dias de uso, e com o Swap chegando às vezes a 3,5 GB, eu instalei o SSD como substituto do disco rígido que veio pré-instalado no meu MacBook Pro. Após o procedimento de instalação física do dispositivo no interior do MacBook, prossegui através de um programa que a Apple disponibilizou, o Lion Recovery Disk Assistant.

Para usá-lo, após a geração do pendrive de boot, é só plugar à máquina e ligar, pressionando a tecla “Option” a fim de que o sistema saiba que o boot deverá ser feito pelo pendrive. Embora o instalador seja carregado a partir do pendrive, não se iluda, a cópia dos arquivos é feita via Web, como no sofrido upgrade do Snow Leopard para o Lion.

A vida pós-SSD é bem mais rápida

Depois da instalação do sistema operacional no SSD, a vida era outra. Fiz a instalação dos meus programas, os programas abriam super rápido, a resposta dos comandos era instantânea, porém notei que o consumo de memória continuava nas alturas.

Neste ponto, comecei a avaliar melhor as configurações no Relatório do sistema ( | Sobre este Mac | Mais Informações | Relatório do sistema | Serial ATA) e notei uma informação não tão diretamente relacionada, mas importante: que o suporte a TRIM no meu SSD não estava habilitado (O OS X só o habilita em SSDs da própria Apple).

Com 3 comandos reproduzidos das instruções desta página, seguidos de um reboot, o TRIM foi ativado no meu SSD Corsair como se este fosse um SSD da própria Apple.

Neste ponto, parei para avaliar o desempenho e percebi que minha máquina ficou muito mais rápida do que na configuração default. O tempo que leva desde o momento em que aperto o botão de ligar, até a máquina chegar a tela de Login é de aproximadamente 11 segundos!

O que estava acontecendo com a memória

Embora a máquina estivesse muito rápida, percebi que ainda havia algo interferindo no consumo de memória. Após algumas análises, percebi que no meu caso o responsável e voraz devorador de memória era o antivírus Sophos.

O curioso é que não aparece nenhum processo monstro no Monitor de Atividades consumindo muita memória, mas na minha experiência foi só desabilitar o Sophos que a vida voltou ao normal, com o consumo de memória passando a ocorrer como esperado. Desativar este mesmo software também deu uma boa sobrevida ao desempenho no meu antigo MacBook Pro de 13 polegadas.

Para ilustrar, neste momento estou com o Adobe inDesign, Firefox, Chrome, Safari, Thunderbird, iTerm, Adium, Skype, Inkscape com o quartz, Excel, Pages, NetNewsWire, Preview, Monitor de atividades e icleanMemory e a máquina ainda está com cerca de 1,9 GB de RAM livre e quase nada de Swap.

Espero que estas minhas observações possam lançar alguma luz para quem está planejando adquirir um novo Mac e considerando a questão do desempenho do armazenamento e memória.

O BR-Mac agradece ao autor convidado André Alexandre Gaio por compartilhar sua experiência de upgrade e configuração.
 

Upgrade do HD do MacBook Pro: que tal um SSD adicional?

Que tal um MacBook Pro que tenha ao mesmo tempo um HD com sua capacidade usual (500GB ou mais) e um SSD como o dos MacBook Airs, com capacidade menor mas bem mais desempenho?

Se você comprar seu MacBook Pro na Apple Store online, você pode optar por substituir o HD default por um SSD – por exemplo, no MacBook Pro de 13 polegadas você pode pagar a principesca soma de R$ 700 adicionais e trocar o HD de 500GB default por um SSD de 128GB (modelos de 256GB e 512GB também estão disponíveis).

Mas nas áreas de comentários dos posts do BR-Mac sobre o MacBook, uma das perguntas campeãs de repetições é “posso fazer upgrade do HD do meu MacBook Pro?” – e a resposta é positiva, embora o procedimento não seja especialmente fácil nem garantido pelo fornecedor do equipamento.

Mesmo assim, o tipo de pessoa que se sentiria à vontade fazendo upgrade do disco rígido de um notebook moderno (e fino) de outra marca pode se imaginar fazendo o mesmo em um notebook da Apple, e aí surge a curiosidade: como se faz?

Assim, para propósitos exclusivamente ilustrativos, sugiro acompanhar o guia passo-a-passo que mostra como colocar em risco o seu MacBook ツ da seguinte forma:

  1. Escolhendo um SSD adequado para o seu MacBook
  2. Fazendo um backup do disco e criando um pen drive de instalação do Lion
  3. Removendo o HD original
  4. Instalando um SSD no lugar do HD original no MacBook
  5. Instalando o OS X e inserindo os dados do backup no SSD
  6. Removendo o drive de CD/DVD do MacBook
  7. Instalando o HD original do MacBook no lugar do drive de CD/DVD, com ajuda de uma baia especial.

Se funcionar, o resultado é um MacBook de 13 polegadas sem drive de DVD, mas reunindo o desempenho do armazenamento que se espera do Air e a capacidade de armazenamento de maiores volumes que é comum no Pro.

Parece fácil? Não, não parece, mas há quem faça, a ponto de existir fornecedor para a baia especial que permite instalar o HD no lugar reservado ao drive de CD – e em alguns casos ela traz de brinde uma baia externa USB para continuar usando o drive de DVD ツ

Aliás, a baia especial também permite instalar um SSD no lugar do drive de DVD, mantendo inalterado o HD original, mas se você pretende instalar o OS X no SSD (e, se você vai ter tanto trabalho, você deveria!), há inúmeros relatos de problemas com o retorno após o modo de economia de energia, quando o OS X está rodando em um disco instalado no lugar do drive de CD – portanto, o ideal é colocar o SSD no local do HD original.

Se eu recomendo? Não. Na minha opinião, quem precisa de um MacBook com SSD como sua mídia principal terá uma vida muito mais simples e garantida se comprá-lo pré-instalado, e eventualmente complementá-lo com armazenamento externo.

Mas cada pessoa tem suas necessidades e interesses, portanto aqui vai o link para a descrição completa do procedimento: Upgrade Your MacBook With A Dual HD/SSD Setup.

iControlpad: um controle bem pensado para jogos do iPhone

Controlar jogos de ação usando o touchscreen do iPhone é um desafio que alguns jogos e jogadores tiram de letra, mas frequentemente acaba prejudicando a experiência.

No iPad há algumas alternativas boas: eu já testei com sucesso o Fling e o Joystick-It, mostrados acima. Ambos resolvem bem a situação.

Eles possuem versões oficiais e adaptações não-oficiais para o iPhone também mas, considerando o tamanho reduzido da tela, não botei muita fé na sua efetividade, e preferi aguardar uma alternativa melhor.

E esta alternativa parece ter chegado, na forma do iControlpad, um controle Bluetooth que já chega compatível com vários jogos e pode ser usado com o iPhone 4S, 4, 3GS e 3G, além de aparelhos de outras marcas (leia-se Android).

Ele tem 2 controles analógicos, um D-pad digital, 6 botões frontais e 2 botões traseiros, e um esquema bem bolado para fixá-lo com segurança ao iPhone – dependendo da situação, até iPhones com capinhas ou cases podem ser encaixados.

A lista oficial de jogos do iPhone compatíveis sem jailbreak começa relativamente pequena, mas como todos os jogos que se tornarem compatíveis com o iCade (aquele acessório que transforma o iPad em máquina de fliperama, da imagem acima) também serão automaticamente compatíveis com o iControlpad, acredito que a lista não demorará a crescer e a incluir títulos populares em atualizações futuras.

Para completar as especificações, a bateria do iControlpad também pode ser usada para carregar o iPhone, em caso de necessidade. Só falta o preço cair um pouco ツ


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