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Como criar atalhos de teclado para as opções de menu no Mac

O leitor Fernando Machado perguntou por e-mail:

Uma opção de menu que uso todos os dias em um aplicativo não tem tecla de atalho, e o aplicativo em questão não oferece uma configuração de seus atalhos. Existe alguma maneira de redefinir os atalhos do sistema?

Os aplicativos do Mac geralmente são bem servidos de opções de interação, mas às vezes acontece uma circunstância quase trágica para quem é produtivo usando o teclado: a ausência de um atalho default para acesso a alguma opção de menu que se usa com frequência.

Comigo isso acontece em várias situações, mas uma das mais ilustrativas é no aplicativo Pré-Visualização (Preview), responsável por exibir os arquivos de imagens e capaz de realizar diversas operações básicas de edição neles.

A imagem acima mostra a configuração original do menu de ferramentas do Pré-Visualização. Como talvez você já tenha adivinhado, a opção que eu mais uso nele é a Ajustar Tamanho… – exatamente uma das 3 únicas que não têm uma tecla de atalho definida (você pode ver os atalhos das demais à direita de cada opção).

Felizmente não é nada difícil corrigir essa situação calamitosa, pois o Mac OS X permite criar atalhos personalizados para cada opção de menu que desejarmos.

 

Criando um atalho no Mac OS X, passo a passo

O procedimento é bem simples, mas vou apresentá-lo de forma detalhada para poder atender tanto aos recém-chegados quanto aos experientes.

1 – Acessar as Preferências do Sistema, clicando na maçã  à esquerda no menu superior e selecionando Preferências do Sistema no Menu.

 

 2 – Na tela acima, selecionar Teclado.

 

 3 – Você chegará ao painel de preferências específico do Teclado, exibido na tela acima, e onde é possível visualizar, entre outras coisas, todos os atalhos de teclado definidos no seu Mac OS X.

4 – Para acrescentar um novo atalho, clique no botão + que fica abaixo da lista de atalhos existentes.

 

 5 – Vai aparecer o diálogo acima, no qual você deve escolher qual o aplicativo (no nosso exemplo, é o Preview ou Pré-Visualização), qual o texto exato (considerando maiúsculas, espaços, pontos, etc.) da opção de menu que corresponderá ao nosso atalho  (no exemplo, Ajustar Tamanho…), e pressionar o atalho correspondente (no exemplo acima, pressionei Shift + Command + T ou ⇧⌘T – aí é só clicar em Adicionar, e pronto!

 

Conferindo o novo atalho

Para ver se o novo atalho foi criado corretamente, você pode abrir novamente o aplicativo em questão e acessar o menu ao qual ele se referia – a interface do Mac é consistente, e deverá mostrar, à direita da opção, o novo atalho que corresponde a ela.

Como podemos ver na tela acima, o ⇧⌘T agora aparece ao lado da opção Ajustar Tamanho…, como desejávamos.

Claro que o teste definitivo é fazer uso do recurso, portanto pressionamos Shift + Command + T no teclado simultaneamente e…

 Eis a funcionalidade desejada, agora muito mais próxima e acessível.

A mesma regra vale para os demais comandos dos menus dos seus aplicativos disponíveis, com raras exceções. Escolha atalhos fáceis de lembrar, cuidado para não causar confusão, e bom proveito!

 

Duas teclas para tornar mais úteis suas buscas no Spotlight: ⌘⏎

Existe uma opção para quando você quer pesquisar algo no Spotlight (a lupa ao lado do relógio do Mac OS X, no canto superior direito da tela) mas não deseja abrir o arquivo encontrado, e sim arrastá-lo para algum lugar, copiá-lo ou ver o conteúdo da pasta em que ele se encontra.

Dando sequência aos nossos posts sobre o que é óbvio para uns e informação interessante para muitos outros, vamos a uma dica simples mas que pode representar grande ganho de produtividade para quem até hoje usa as buscas do Spotlight sem saber disso.

E a dica se resume a 2 pictogramas:

 
⌘⏎
 

Ou seja: Command + Enter (ou seu sinônimo Command + Click). Esta discreta mas poderosa combinação permite multiplicar a utilidade das buscas do Spotlight, pois ao invés de simplesmente abrir o item (como o clique do mouse e a tecla Enter sozinha fazem), ela se encarrega de abrir a pasta do item em uma janela do Finder, e selecionar este item nela, facilitando o que quer que você queira fazer com ele.

Afinal, nem sempre que procuramos um item é com intenção de abri-lo. Podemos estar querendo copiá-lo, renomeá-lo, ou mesmo encontrar outro arquivo cujo nome não lembramos, mas sabemos que está na mesma pasta. Quando essa situação (tão comum!) acontecer, lembre-se: ⌘⏎ e ele estará à mão em uma janela do Finder para você fazer o que quiser.

Dica extra I: a mesma combinação (ou o sinônimo Command + Click) também serve para a mesma função em outros pontos da interface do Mac OS X. Eu uso, por exemplo, nos botões correspondentes aos downloads completados do navegador Chrome.

Dica extra II: outra combinação parecida e útil (embora acessível também pela opção “Mostrar tudo”, do próprio Spotlight) é ⌥⏎ (Option + Enter), que abre uma janela do Finder contendo todos os itens encontrados na pesquisa (e não apenas aqueles selecionados para aparecer no menu com o resultado).

Agradecimentos ao Lifehacker!

Leia também:  Use o Finder como um profissional, parte 1: os atalhos básicos.

Quick-Tunes: conveniência para ouvir suas músicas do iPhone na bike, no carro e aonde você for

A conveniência dos aplicativos de smartphones nos deixa mal-acostumados e sempre esperando mais, razão pela qual há algum tempo me irrito com um detalhe mínimo de uma das funcionalidades mais básicas do iPhone: a app iPod, que vem pré-instalada e serve (suficientemente bem, na maior parte dos casos) exige uma interação a mais que, além de ser desnecessária, me atrapalha.

Detalhismo às vezes é uma falha ou vício do usuário, mas neste caso é algo que seria tão fácil de corrigir, e um caso de uso tão óbvio, que fazer o comportamento em questão ser configurável (para não prejudicar quem gosta do modo atual) devia passar logo pelo crivo da Apple.

E o comportamento em questão é mesmo um detalhe mínimo: a possibilidade de fazer o iPhone começar a tocar suas músicas automaticamente sempre que a app iPod for iniciada, sem ser necessário aguardar a sua carga e só então apertar o botão Play.

Este detalhe mínimo para mim faria a diferença entre ter de olhar para a tela mais de uma vez ou operar o aplicativo completamente sem precisar olhar para ele – e esta é uma diferença valiosa para vários casos de uso, incluindo:

  • quem usa o iPhone para ouvir música nos fones enquanto corre ou pedala
  • quem usa o iPhone para ouvir música nos fones discretamente em locais públicos e quer operá-lo sem exposição
  • quem usa o iPhone para ouvir música no carro
  • etc., etc., etc.

Felizmente, a possibilidade de iniciar as músicas com apenas um toque é uma demanda óbvia o bastante para ser incluída em um aplicativo externo, e é implementada no Quick-Tunes – uma interface diferente para as músicas da biblioteca do seu iPhone.

Apesar do nome vintage e do seu aspecto pouco avançado esteticamente (eu diria “feio pra burro”, mas tenho receio de chocar algum leitor mais sensível), só a funcionalidade de iniciar automaticamente as músicas, sem ter que olhar para a tela nenhuma vez, já justifica para mim a instalação do Quick-Tunes.

Mas ele tem mais truques na manga!

O início automático (que ele chama de “insta-play”) é só o primeiro dos diferenciais positivos do Quick-Tunes.

Quem usa o iPhone para ouvir música durante os exercícios vai gostar de saber que o Quick-Tunes tem botões bem maiores (e suficientemente afastados uns dos outros) para as essenciais funções de avançar, retroceder, ajustar o volume, dar pausa e continuar: nada mais de desafios para a motricidade fina tentando mudar de música sem parar de correr.

E em uma decisão de interface com o usuário digna da nouvelle cousine, os desenvolvedores resolveram esconder 5 botões muito úteis para complementar a funcionalidade do programa.

Está vendo aquele círculo ao redor do botão de pausa? Não há nenhuma marcação, mas suas extremidades direita, inferior, esquerda e superior são ativas e agem como botões bastante úteis (para quem sabe que eles estão lá), todos com funções de montar e executar playlists dinâmicas:

  • direita: outras músicas do mesmo artista que você estiver ouvindo
  • inferior: outras músicas do mesmo gênero que você estiver ouvindo
  • esquerda: outras músicas do mesmo álbuns que você estiver ouvindo
  • superior: playlist aleatória

Para completar o ciclo de botões secretos, tocando no campo que exibe o nome do artista e música, na base da tela, aparece uma janela mostrando a capa do álbum, seu nome, o nome da música, do artista e o gênero.

Configurando

Além dos botões “secretos”, há também 2 que estão visíveis, nas extremidades esquerda e direita da parte inferior da tela (veja-os na imagem acima).

A nota musical do lado esquerdo permite montar uma playlist para execução imediata, e o símbolo de informações no lado direito ativa e desativa 4 opções:

  • embaralhar as músicas ao iniciar,
  • embaralhar as músicas quando você sacode o iPhone,
  • travar os controles da tela (para controlar só pelos botões dos fones de ouvido ou aparelho bluetooth)
  • e um timer de 30 minutos (sleep).

Conclusão

As funcionalidades do Quick-Tunes são úteis para mim e mais do que justificam seu preço de US$ 1,99, mas minha expectativa é que no futuro elas possam estar presentes na própria app oficial, e não em um extra.

Ao mesmo tempo, torço para que uma futura interface do Quick-Tunes seja repensada, tanto do ponto de vista estético quanto da clareza dos comandos! Mas enquanto isso não acontecer, vou usando como está, porque ao menos funciona bem ;-)

Um toque final: comandos simplificados não são desculpa para operar entretenimento do celular enquanto dirige seu carro: responsabilidade (com sua vida e patrimônio, e especialmente com os dos outros) é essencial!

Comando open: unindo o melhor de 2 mundos no Terminal do Mac

Quem chega ao Mac OS X vindo de um histórico com o Linux, algum BSD ou mesmo outro Unix frequentemente está acostumado a tirar proveito da interface via Terminal que, por meio de comandos estruturados e razoavelmente uniformes entre os múltiplos sistemas operacionais que implementam uma shell POSIX, permite manipular os objetos gerenciados pelo sistema de maneiras que muitas vezes não estão disponíveis por meio de sua interface gráfica.

Muitos deles são extremos em sua preferência, a ponto de rejeitar as interações baseadas em interface gráfica. Outros ficam em variados pontos no meio do caminho, por exemplo:

  1. preferir a interface gráfica, mas usam o Terminal para um pequeno conjunto de tarefas em que o reconhecem como a ferramenta mais adequada;
  2. usar o Terminal como um elemento a mais do seu sistema, alternando rotineiramente entre o uso da linha de comandos e a manipulação de ícones, menus, Dock, Finder e outros elementos gráficos;
  3. preferir o terminal, mas se resignar ao uso dos elementos gráficos da interface quando absolutamente necessário.

Existem outras variações, incluindo o uso de utilitários que levam a interação via comandos de teclado para parte das tarefas desempenhadas pela interface gráfica também.

Entra em cena o comando open

O meu caso é o de número 2 na lista acima: a cada momento tenho diversos Terminais abertos na interface gráfica, e complemento cada um dos 2 modos pelo uso do outro – até mesmo o programa que eu uso como substituto do Finder tem um Terminal integrado, sempre presente na sua janela.

Existem várias maneiras de chamar aplicativos gráficos via Terminal, sendo que algumas delas chegam a surpreender – como o comando “edit”, que é instalado como parte do TextWrangler e permite executá-lo diretamente de um Terminal, chamando-o quase como se estivesse executando o vim, ou o nano: digito edit post-comando-open.txt e ele abre o rascunho deste post – com uma integração que funciona exatamente como usuários experientes da interface shell estão acostumados, mas os neófitos do Terminal muitas vezes demoram a dominar.

E o comando open funciona na mesma linha, mas tem um diferencial: já vem instalado com o seu Mac, não depende de você ter instalado o TextWrangler ou outro pacote qualquer.

E o open é versátil, pois permite abrir vários tipos de objetos. Por exemplo:

  • open texto.txt (vai abrir o arquivo texto.txt no seu editor default)
  • open texto.doc (vai abrir o arquivo texto.doc no seu editor de documentos default)
  • open imagens/figura.jpg (vai abrir o arquivo imagens/figura.jpg no Preview ou no seu editor default)
  • open relato.pdf (vai abrir o relato.pdf no Preview ou no visualizador default)
  • open http://br-mac.org/ (vai abrir o BR-Mac no seu navegador default)

Percebeu um padrão? Sempre que é chamado acompanhado apenas de um nome de arquivo, pasta ou URL, o open executa a ação que seria tomada se o usuário tivesse dado um duplo clique neste mesmo objeto usando a interface gráfica, abrindo-o da maneira default aplicável.

Caso especial: open .

Embora este caso não tenha nada de especial quanto à sua sintaxe, ele é bastante útil devido ao seu uso: graças à maneira como o sistema de arquivos e a shell trabalham, digitar open . (ou seja: a palavra open seguida de um espaço e de um ponto final) pode ser entendido como a ordem: “Abra no Finder a pasta corrente deste Terminal”.

Assim, sempre que você quiser atuar graficamente no conteúdo do diretório corrente da sua shell, basta digitar open . e visualizar ou manipular as pastas como desejar.

Parâmetros adicionais do open

Quando chamado acompanhado apenas do nome de um arquivo ou outro objeto, o comando open faz o básico: age como se você tivesse dado um duplo clique no objeto mencionado.

Mas ele tem bem mais truques na manga, como nos exemplos a seguir:

  • open -a /Applications/Preview.app cardapio.pdf (abre o arquivo PDF no Preview mesmo que o visualizador default seja outro)
  • open -e script.sh (abre o script.sh no TextEdit, mesmo que a ação padrão fosse executá-lo, ou que houvesse outro editor definido)
  • open -t script.sh (abre o script.sh em seu editor default, mesmo que a ação padrão fosse executá-lo)
  • ls -l | open -f (manda a saída de um comando para um arquivo no /tmp, e abre este arquivo no editor default)

Estes são apenas alguns dos que uso mais frequentemente, mas o open tem bem mais parâmetros úteis – incluindo alguns que vão interessar especialmente aos desenvolvedores. Use man open para conhecê-los!

O comando open chegou ao Mac OS X por meio do NextSTEP. Implementações de ambientes gráficos Open Source recentes também incluem similares (o GNOME tem o gnome-open, KDE tem kde-open, e há ainda o xdg-open, parte do xdg-utils), que podem ser úteis (diretamente ou via um alias criativo) aos usuários de shell em outros sistemas operacionais ;-)

TweetDeck novo vem aí – para iPhone e iPad

O TweetDeck é a melhor app para twitter no Mac, iPhone e iPad na minha opinião – o que a cada dia se torna uma afirmação mais complicada de sustentar, tendo em vista seus inúmeros pontos fracos e o avanço da concorrência, incluindo as apps oficiais do próprio Twitter e várias outras feitas por terceiros.

A questão é que eu mantenho 4 perfis diferentes no Twitter (@augustocc, @brmacblog, @efetividadeblog e @brlinuxblog), e a forma como o Tweetdeck os apresenta simultaneamente em colunas, com possibilidade de acompanhar simultaneamente menções, DMs, buscas e outras categorias de serviço do Twitter me oferece algo que ainda não encontrei na concorrência.

Mas o que é tranquilo para quem só mantém uma conta no Twitter, e gerenciável para quem tem duas, acaba não sendo uma solução tão boa para quem tem mais que isso, ou acompanha múltiplas buscas em tempo real: a profusão de colunas (no meu caso são 16 na tela do Mac do home office, e 6 no iPhone) com rolagem lateral e notificações, embora seja melhor que a ausência de solução da maior parte da concorrência, está longe de ser uma alternativa ideal de interface.

A novidade começa pelo Android

Mas quando saiu a versão do TweetDeck para Android, em agosto do ano passado, usuários do aplicativo em outras plataformas perceberam que o vento das mudanças começava a soprar.

Isso porque o TweetDeck lançado para Android tinha alguns recursos adicionais, claramente evolutivos em relação ao que já estava (e continua) disponível nas plataformas que foram atendidas por primeiro (iOS, Mac, Linux e Windows), incluindo:

  • Coluna Eu (“Me Column”)
  • Visão detalhada
  • Colunas mistas
  • Suporte melhorado a múltiplas contas do Twitter e aos erros do servidor
  • Upload de vídeos
  • Melhor integração com o sistema

Sendo que as colunas mistas são uma melhoria tão importante na interação com o usuário, que mereceram a menção em negrito acima: trata-se da possibilidade de definir múltiplos conteúdos para ocupar uma mesma coluna física, gerando assim uma timeline virtual com códigos de cores permitindo identificar a origem de cada post.

A Coluna Eu também é uma novidade interessante, pois reune automaticamente todas as atividades feitas por você mesmo: seus posts no Twitter, no Facebook, suas respostas, etc.

A forma como foi implementada a visão detalhada também me agrada muito: ao clicar em uma mensagem para vêla isoladamente, o aplicativo já se encarrega de buscar outros conteúdos relacionados (por exemplo, uma imagem cuja URL estava mencionada no texto) e exibir junto, permitindo uma visão mais ampla com poucos cliques e sem sair do TweetDeck.

Novos recursos a caminho do iPhone e iPad

Após tantos meses, era de se esperar que os desenvolvedores estivessem preparando algo de interessante para as plataformas não-Android suportadas pelo TweetDeck, e eis que chegou a confirmação oficial da nova versão para os dispositivos com iOS (iPhone, iPad, iPod touch), que deve ser lançada nas próximas semanas e foi construída “do zero”, aproveitando a experiência adquirida com a versão androidiana.

Entre as novidades desta versão, já se sabe que o suporte à resolução de vídeo superior do iPhone 4 (Retina Display ) e a presença das colunas mistas flexíveis (dá de misturar na mesma coluna até mesmo serviços diferentes, como as DMs do Twitter e a Wall do Facebook, por exemplo) estarão disponíveis desde o lançamento.

Eu já estou na fila para fazer o download assim que lançarem uma versão pública (por enquanto está em testes restritos para poucos usuários), e na torcida para que a atual versão em Adobe Air (para Mac, Linux e Windows) também seja sucedida em breve por versões nativas e reforçadas com as novas funcionalidades.

Enquanto isso não acontece, aproveito para perguntar: qual a sua app de Twitter preferida, e quais os pontos fortes dela na sua opinião?


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