Posted by Augusto Campos on 15/02/2012 None comments
Conectar um instrumento musical ao iPad para tirar um som diferente usando os amplificadores simulados do app, ou mesmo para gravar e mixar (com outros instrumentos reais, com os virtuais do GarageBand, ou mesmo com a sua voz) de forma portátil e divertida são interesses comuns de músicos (e aspirantes) plugados.
Embora seja suficientemente fácil, o procedimento não é óbvio, razão pela qual este tutorial ilustrado da MacLife chamou minha atenção: em 9 slides, mostra os passos essenciais do procedimento para a guitarra, e ainda trata do teclado e da conexão de um microfone.
Mas para começar é preciso ter o hardware apropriado, na forma de adaptadores para os cabos e conectores dos instrumentos. Para a guitarra eles usaram o iRig (mas poderiam ser outra solução, como nosso já conhecido Jam) e para o teclado mencionam o iRig Midi ou o Camera Connection Kit.
Fora isso são apresentados (com a objetividade e ausência de profundidade típicas de slides) como ligar o recurso de monitor para ter retorno nos fones de ouvido, como usar o próprio GarageBand para afinar, como escolher um dos simuladores de amplificador (eu simpatizo com o 50′s Rock & Roll), como selecionar e usar os simuladores de pedais de efeitos, e mais.
Há 2 semanas eu adiantei em um trailer como ia ser o Reckless Racing 2, que seria lançado nos próximos dias. Eu estava otimista, e as minhas expectativas se confirmaram: ele já foi lançado e tem tudo para ser campeão de audiência no meu iPad (e no meu iPhone também) em 2012.
Não tenho muito tempo livre para jogos, e talvez isto possa servir como a melhor síntese do poder de atração do jogo: ele está instalado há menos de 1 semana, e por duas vezes eu já o joguei (no modo Carreira) até esgotar a bateria do meu iPad 2. E diariamente tenho encontrado ao menos meia horinha para avançar mais algum campeonato, ou para conseguir terminar em primeiro lugar em alguma pista mais desafiadora.
O jogo tem nível de dificuldade adaptativo, que vai se intensificando conforme você pega as manhas: no começo os adversários correm devagar, daqui a pouco você percebe que eles estão cada vez mais próximos do traçado ideal de cada curva, e de repente (quando tudo já parecia fácil demais) eles começam a fechar você e a bater na sua lateral nas curvas apertadas ツ
Aliás, a questão do traçado ideal das curvas é importante: como diz o Galvão Bueno e você pode conferir no trailer oficial acima, o balé do automobilismo tem papel essencial neste jogo, não apenas para ganhar alguns segundos, mas também para não sair pela tangente (com a consequência adicional de derrubar placas, atropelar obstáculos, e eventualmente despencar de algum barranco) nas curvas cada vez mais apertadas.
Neste aspecto, ele frequentemente me faz lembrar do F1 Spirit (da Konami, para o MSX nos anos 1980): os controles são fáceis, mas mesmo assim domar a necessária derrapagem na entrada da curva e o ponto de retomada da aceleração na saída dela desafia mesmo.
Mas a similaridade não é completa: no Reckless Racing 2 a física dos movimentos é bem realista (aceleração, trajetórias, inércia, …), mas a dos impactos é muito benevolente: os carros não deformam nem estragam, e o combustível não acaba. Na prática, para mim isso agrega diversão (por exemplo, planejando bem dá de usar o guard-rail ou até o carro do adversário para conseguir apertar melhor a trajetória em uma curva difícil), mas talvez incomode um pouco a turma menos casual.
Minha dica aos recém-chegados: gastem 20 minutinhos no modo Arcade antes de passar para o desafiador modo Carreira: não só você terá oportunidade de conhecer vários carros e pistas, como ainda acumulará um bom dinheirinho para investir no seu primeiro carro já nas corridas iniciais (na lama, claro) da sua carreira, e assim já começa um pouco mais veloz e mais estável.
Outro aspecto bem pensado deste jogo e que merece uma dica específica é que quando você instala o Turbo no seu segundo ou terceiro carro ele fica ótimo para o asfalto, mas existe a possibilidade de ele ficar rápido demais para as pistas de terra. Quando isso acontece, lembre-se de desativar o turbo na oficina antes da corrida começar, senão não há estabilidade que dê jeito – embora seja divertido entrar nas curvas tão de lado a ponto de quase estar de ré!
Há várias opções interessantes para modificar o jogo, e a única que eu faço questão de mudar é o modo de controle: sou jogador casual assumido, e escolho o modo Tank, que tem aceleração automática e um botão direcional para cada mão. Quem prefere mais precisão pode optar por ter um volante e controle de aceleração, freio e ré – ou mesmo usar a inclinação do iPad para dirigir.
Posted by Augusto Campos on 15/02/2012 None comments
A versão 2.0 do TweetBot (que foi a primeira para o iPad) saiu há poucos dias e, na ocasião, eu comentei que gosto deste app a ponto de, quando ainda não havia a versão para o iPad, usar nele a versão para iPhone, mesmo em detrimento de tantos outros clientes Twitter nativos para o tablet da Apple.
A chegada da versão para iPad e a intensidade da reação dos usuários fez com que muitos curiosos experimentassem o app pela primeira vez nesta semana e, por usá-lo na configuração default, acabam não percebendo um recurso que muitos considerariam útil: o acesso do TweetBot à Central de Notificações do iOS, para avisar sobre eventos considerados relevantes (cada um escolhe os seus: DMs, menções, novos seguidores, ser marcado como favorito, etc.) mesmo quando outro app está em execução.
Como a versão 5 do sistema iOS dos iPhones e iPads (e iPods Touch, claro) trouxe no ano passado um novo sistema de notificações que consegue informar sobre os eventos sem atrapalhar o uso de outros apps, pode valer a pena considerar a ideia de fazer uso dele também para seu uso do Twitter.
O procedimento não é dos mais complexos, mas tem bem mais passos que a típica configuração de apps no iOS. Começa por pressionar o ícone do usuário no canto superior esquerdo da tela (marcado com a seta vermelha na tela da esquerda, acima), depois em Accounts & Settings, em Settings, no nome do seu usuário e em Notifications – e aí você chegará na tela da direita, acima.
Aí é só usar os botões ON/OFF para escolher quais dos eventos deverão gerar notificação. Além disso, você pode usar as “Sleep Options“, se ativar, para definir o horário de início e o horário de fim do período diário em que deseja não ser notificado pelo TweetBot.
E não esqueça de dar uma revisada nas opções de notificação (no app Ajustes) para ver se está tudo de acordo com as suas preferências!
Há alguns meses tratei da questão das anotações à mão no iPad, algo desejado por muitos usuários e provido por uma variedade de apps. Na ocasião destaquei 2 deles: o Bamboo Paper e o Penultimate.
Confesso que após a aquisição de uma capa BooqPad com um bloco de anotações embutido, a minha demanda por anotar no próprio iPad diminuiu bastante: o bloco de papel e uma boa caneta passaram a estar bem perto do iPad sempre que a ocasião surge.
Mas compreendo que para muitos usuários a demanda não é por escrever à mão, mas sim por escrever à mão no iPad, razão pela qual volto hoje brevemente ao tema com uma recomendação: embora os apps que eu testei anteriormente continuem bons e tenham sido atualizados desde então, há uma (nem tão) nova alternativa muito interessante a testar: o Noteshelf.
Assim como o Bamboo Paper na época do meu review anterior, o Noteshelf tem o recurso de zoom que permite escrever ou desenhar com bem mais precisão. Além disso ele tem várias vantagens, como organizar o conteúdo em vários cadernos apresentados em uma estante ordenada como você preferir, permitir transferir páginas entre cadernos, protegê-los com senhas, classificá-los com etiquetas, compô-los com páginas em formatos variados (agenda, planejamento, diário, musical, etc.) e muito mais.
O dia dos namorados nos EUA é comemorado em 14 de fevereiro e, assim como em muitos outros países, é uma data importantíssima no calendário do varejo, com promoções e ofertas especiais competindo pelo interesse de quem quer presentear a pessoa amada ou se distrair até a data passar.
É o caso dos jogos para iPad e iPhone (e iPod Touch, claro), que neste final de semana que antecede a data já estão em uma infinidade de promoções.
Mas considere esta informação extra: grandes produtoras de jogos, como EA Mobile, Gameloft e Sega, aderiram em peso à promoção, então talvez você queira aproveitar para ir direto em títulos mais conhecidos que estava aguardando para comprar.
Aqui vão alguns exemplos:
Da Sega: Sonic CD, Golden Axe 2 e 3, Streets of Rage 3, Altered Beast, Sonic 4 e mais
Mas fique ligado: um impasse entre o Ministério da Justiça e a Apple sobre classificação etária de jogos, que já dura anos, continua mantendo a maior parte dos jogos fora da App Store brasileira. Para ter acesso a eles, o caminho geralmente passa por criar uma conta na App Store do Uruguai ou dos EUA (sendo que a primeira aceita cartões de crédito internacionais brasileiros).
Mac no Brasil, com menos rumor e mais informação. No BR-Mac.org você encontra dicas, apps e tutoriais para Mac, iPad e iPhone, em bom português. Um ponto de vista open source sobre o que acontece no mundo da Apple. Por Augusto Campos.
Bruno Costa: Comprei um MacMini nos EUA recentemente (modelo 2011, i5 com upgrade próprio para 8GB RAM) com a finalidade única de central de midia em meu home. O meu... - em Mac Mini: vale a pena?
Mauricio: Olá Augusto, trabalho com desenvolvimento de aplicações web (JAVA e PHP), para tal uso ferramentas como eclipse, dreamweaver. Vou conseguir trabalhar... - em MacBook: qual modelo comprar
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