Unicode 7.0 ganha 250 novos emoji, incluindo um executivo levitando... e uma mão mostrando o dedo do meio

Você já sentiu falta de um emoji mostrando o sinal de positivo ("curtir"), ou uma corrente feita de clipes? Ou uma medalha esportiva? Talvez a saudação do Sr. Spock?

Quem sabe você já tenha sentido falta de um sinal de negativo, ou de um emoji mostrando o dedo do meio, então?

Seja qual for o caso, esses 5 fazem parte da lista de 250 novos Emoji aprovados ontem como parte da versão 7.0 do Unicode.

A chegada ao iOS e ao OS X talvez demore mas, como a Apple mantém proximidade em relação ao Unicode Consortium, uma hora eles chegam.

Ganhe um cupom de 20% de desconto na compra do BBEdit, meu editor de texto preferido para Mac

O BBEdit é o meu editor de textos favorito para o Mac, não é dos mais baratos, mas com este cupom de desconto, temos uma oportunidade especial para adquiri-lo.

O Lucas Repolês deu a dica: até o dia 27 deste mês você pode ter 20% de desconto na compra do BBEdit, meu editor de textos preferido.

O BBEdit é da Bare Bones Software, mas o desconto é oferecido pela Smile Software, que faz o (também essencial) TextExpander, e que claramente também é fã do BBEdit.

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E se você achar caro mesmo com o desconto, experimente o TextWrangler, uma versão reduzida e grátis do BBEdit.

Sete motivos pelos quais eu estou torcendo para o OS X Yosemite chegar logo

A próxima versão do sistema operacional do Mac chega daqui a alguns meses, e algumas das mudanças que mais me interessam são pequenos detalhes que farão grande diferença.

Ao contrário das 2 versões anteriores, cujas mudanças significativas que mais me interessaram eram meros detalhes incrementais, o Yosemite traz o potencial de várias mudanças para melhor nos meus fluxos de trabalho, e nos de pessoas próximas a mim.

O OS X 10.10 Yosemite foi anunciado na semana passada, e deve chegar aos computadores dos usuários finais na primavera, como tem sido o hábito. Várias mudanças em destaque, como o iCloud Drive (que tem algumas similaridades com o Dropbox), os novos recursos da troca de mensagens/chat, a interface compacta do Safari ou os recursos de anotações no Mail, não me interessaram muito, mas eles são mais do que compensados por vários outros que vão melhorar a forma como uso o computador.

Essas novidades, que não são poucas, incluem os destaques a seguir, que são os que mais me agradaram até o momento.

Compartilhamento (e agenda, e localização, e photo stream) familiar

Agora até 6 membros da mesma família poderão compartilhar os apps e conteúdos que comprarem via iTunes, por meio de um grupo de compartilhamento familiar, no qual cada pessoa tem seu próprio Apple ID mas todos os pagamentos são feitos por um mesmo cartão de crédito, pertencente ao gestor do grupo.

Além do benefício óbvio, que é o compartilhamento, também passa a ser possível ativar a confirmação de compra por parte do gestor da compra – assim, se os filhos tentarem fazer uma compra de algum recurso dentro de um jogo, por exemplo, os pais podem ser avisados por uma notificação nas telas dos dispositivos deles, para autorizar ou não o pagamento.

Para completar, a ativação do recurso ainda configura automaticamente um grupo para os compromissos familiares, outro para os lembretes dos familiares, habilita para todos verem a localização uns dos outros no mapa (isso pode ser desativado, claro), e cria um compartilhamento familiar de fotos.

Novo visual

Veja os detalhes no vídeo acima: o menu está mais claro, os ícones do sistema foram renovados e estão mais brilhantes e "flat", a tradicional fonte Lucida Grande foi substituída pela Helvetica Neue, superfícies translúcidas estão bem mais presentes, barras laterais mais espaçosas (mas com menos destaque para o item selecionado),

Acho que já estão quase compensando a decepção das bordas de couro costuradas lançadas com o OS X Lion.

iCloud mais prático

Além de poder acessar diretamente pelo Finder os arquivos armazenados no iCloud (o que em si é um grande avanço1) e do serviço iCloud Drive (com preços bastante competitivos para quem desejar ir além dos 5GB gratuitos, embora não resolva nenhum problema pendente, para mim), a Apple disponibilizou para os desenvolvedores uma nova API e a possibilidade de armazenar grandes volumes de dados diretamente no iCloud, facilitando assim que as futuras gerações de apps tenham melhores recursos de sincronização de dados entre dispositivos, e de armazenamento persistente de informações.

Hotspot pessoal mais simples

Quando estou com o Macbook fora do meu escritório, é comum recorrer a compartilhar com ele a conexão 3G do iPhone2, e isso vai ficar mais fácil com as novas versões dos sistemas operacionais.

Hoje o procedimento geralmente envolve, para mim, ativar o "Acesso Pessoal", nos Ajustes do iPhone, e depois lembrar de desativar para não acabar consumindo toda a bateria sem querer, caso eu não perceba que o Mac resolva conectar automaticamente a essa rede no futuro. Na primeira vez que o recurso é usado, ainda, é necessário confirmar alguns parâmetros no iPhone, e digitar no Mac uma senha gerada automaticamente pelo iOS.

A promessa é que agora vai ser possível ativar o recurso sem chegar a tocar no iPhone. O aparelho pode continuar dentro da mochila, ou no bolso interno do casaco, ou carregando no outro cômodo, e o Mac vai localizá-lo, se autenticar (por meio de uma identidade compartilhada no iCloud, imagino) e estabelecer a conexão quando você comandar.

Observe, na ilustração acima, que o iPhone aparece no menu de comexões WiFi do Mac, incluindo a intensidade do sinal da operadora e a bateria disponível nele.

Braços mais compridos

Não, não é bem isso, mas... o fato é que se você estiver trabalhando no Mac na sala, e o iPhone tocar enquanto está carregando, no escritório, você nem mesmo precisará alcançá-lo, pois poderá atender a ligação no próprio Mac, que exibirá uma notificação com os detalhes da chamada e se comunicará com o telefone via rede sem fio.

O mesmo vale para quando você quiser fazer uma ligação. Ou enviar um SMS. Isso mesmo, SMS, e não mais só mensagens pra quem usa iMessages.

Buscas e notificações mais inteligentes

A Apple fica atenta quando um utilitário se torna muito popular porque oferece facilidade de uso superior a algum recurso do sistema, e foi o caso com o Alfred, que complementava/substituía tão bem as buscas do Spotlight, que acabou tendo a duvidosa honra de ver algumas das suas características essenciais incluídas na próxima versão do Spotlight.

Além do fato de a janela do Spotlight agora aparecer em um local mais visível e com caracteres maiores, facilitando a abertura rápida de apps e arquivos, as buscas dele ficaram mais inteligentes – no que parece ser mais uma rajada da guerra entre Apple e Google.

Entre os recursos de busca inteligente estão os previews, que mostram na próxima interface do Spotlight3 detalhes de apps da App Store, localizações filmes e outros conteúdos que você pode pesquisar por meio dessa interface – até mesmo artigos da Wikipédia!

Outra categoria inteira de apps cuja funcionalidade foi parcialmente absorvida, embora não de maneira tão direta, foram os utilitários que mostram, na barra de menus, os compromissos ou lembretes do dia: agora essa função foi inteligentemente incorporada à Central de Notificações, que ficou bem mais útil com a possibilidade de inclusão de vários widgets, como calculadora, previsão do tempo, horário internacional e similares.

Continuar em outro dispositivo

Começar a digitar no iPad um documento, ou um e-mail, e continuá-lo no Mac, automaticamente e do ponto em que parou, é a promessa de continuidade que vem com as novas versões.

Funciona igualmente em ambas as direções: tanto para continuar do Mac ao chegar em casa, quanto para continuar do iPad se tiver que sair antes de concluir uma ideia, por exemplo.

O recurso poderá ser incluído em apps feitos por desenvolvedores externos, e a Apple vai oferecer o recurso no Mail, Safari, Pages, Numbers, Keynote, Mapas, Mensagens, Lembretes, Calendário e Contatos.

Anexos de até 5GB

Se o número acima não impressionar, verifique se você não está confundindo 5GB com prosaicos 5MB.

O novo serviço Mail Drop vai armazenar automaticamente, em um servidor intermediário, anexos de até 5GB, que serão exibidos de forma transparente se o destinatário for usuário dos mesmos sistemas operacionais, e na forma de um link para download do anexo, nos demais casos.

É raro eu tropeçar nos limites de tamanho de anexo de outros serviços (creio que o Gmail oferece anexos de até 25MB), mas com um limite de 5GB, dá para anexar até filmes longa metragem e imagens de instalação de sistemas operacionais ;-)


Não custa lembrar: o OS X Yosemite vai ser uma atualização gratuita, funciona em vários modelos de Macs de 2007 em diante, chega na próxima primavera, e desta vez haverá versões beta disponíveis para usuários interessados em testar antes do lançamento.

 
  1.  E deveria estar presente desde as versões anteriores...

  2.  Haja bateria!

  3.  Sem a janela adicional típica do atual Quick Look.

A interessante lista dos apps atuais do Mac que já existiam na virada dos anos 80 para os 90

Photoshop, Excel e vários outros apps de sucesso já estavam nos Macs no final da década de 1980, e outros surgiram no início da década seguinte. Conheça-os!

Na virada da década de 1980 para a de 1990 o Roxette e a Sinéad O'Connor estavam no topo das paradas de sucesso, Mandela saiu da prisão e o telescópio Hubble foi lançado.

Foi o período em que a Enciclopédia Britânica mais vendeu, e também foi quando Tim Berners-Lee desenvolveu o primeiro servidor web e o primeiro navegador, anos antes do público em geral ouvir falar em web – ou em ambientes gráficos de desktop.

Foi também o ponto central de um período em que alguns aplicativos que ainda usamos todos os dias tiveram suas versões iniciais.

Shawn Blanc deu início a um levantamento a respeito, e percebeu que entre 1985 e 1995 vários softwares que ainda fazem parte da ideia do que é um aplicativo desktop tiveram sua versão inicial.

Na lista dele, entre outros, constam:

  • Microsoft Word (1985) – O Word nasceu em 1983, e em 1985 já estava no Mac.

  • Excel (1985) – nasceu no Mac, e só anos depois chegou aos sistemas da Microsoft.
  • Illustrator (1986) – outro que nasceu no próprio Mac.

  • Adobe Photoshop (1990) – Também nasceu como exclusividade do Mac. 200 cópias de uma versão anterior, já com o nome de Photoshop, mas antes de a Adobe adquirir, foi distribuída como brinde juntamente com um scanner da marca BarneyScan, em 1988.
  • Pro Tools (1991) – A primeira versão com esse nome saiu em 1991, mas os mesmos autores já estavam envolvidos em softwares de áudio precursores ao Pro Tools (sempre no Mac) em 1984.
  • BBEdit (1992) – meu editor de texto favorito nasceu como um software gratuito, e até hoje tem uma versão sem custo: o TextWrangler.

  • Launchbar (1995) – Nasceu no NeXTSTEP, no qual ganhou o atalho ⌘+Espaço que o Spotlight adotou para basicamente a mesma função quando o NeXTSTEP deu origem ao Mac OS X.

Como sou usuário constante de aplicativos no Terminal, vários dos softwares que eu uso tem raízes nos anos 80 e até 70, mas a lista acima pode surpreender quem associa esses aplicativos a modernidades como telas de alta resolução e sistemas operacionais desktop multitarefa ;)

A lista completa feita pelo Shawn Blanc está disponível online, e ele está em busca de mais exemplos de apps antigos que permanecem na ativa até hoje. Se você lembra de algum, avise a ele via Twitter!

Um geeklet para mostrar minhas principais tarefas pendentes, diretamente no Desktop do Mac

As tarefas que vencem hoje e as 3 primeiras da lista geral, sempre na tela e sem ocupar espaço: meu script usa o utilitário gratuito Geektool para atualizá-las diretamente no Desktop.

A ferramenta gratuita Geektool1 é um utilitário cuja função é exibir o resultado de comandos ou scripts diretamente no Desktop, como se fosse impresso no papel de parede, sem janelas nem decorações.

Eu uso o Geektool para manter visíveis, em cantinhos desocupados do monitor, algumas informações que quero ter sempre presentes. Entre elas, o destaque são as tarefas agendadas para hoje e as 3 tarefas do topo da lista de pendências (em sintonia com meu uso do método de produtividade ZTD), que eu mantenho no aplicativo Things.

Tendo o Geektool instalado no seu computador, basta fazer o download do meu geeklet das tarefas do Things, dar um duplo clique no ícone dele, e ele vai se instalar.

Um detalhe importante: o meu script que vem incluído neste geeklet exibe tarefas das listas do Things que eu criei para a minha própria organização. As suas listas provavelmente têm outros nomes, e talvez você precise exibir tarefas de mais listas, ou queira exibir um número maior de tarefas. Tudo isso é configurável nas linhas iniciais do script (acima), que vêm acompanhadas de instruções.

Para editar o script no Geektool, clique no botão "reticências" ao lado do campo "Command", nas propriedades – o botão pode ser difícil de enxergar, mas está lá.

Outro detalhe importante: este script obtém os dados por meio de uma API pública do Things, via Applescript. É provável que ele continue operando indefinidamente sem precisar de alterações mas, se você usa outro aplicativo de controle de tarefas, certamente terá que adaptar o script à API do seu aplicativo ;-)

 
  1.  Uma alternativa ao Geektool, com uma série de funcionalidades adicionais interessantes, é o Nerdtool.

Os Macbooks, iMacs e outros Macs compatíveis com o OS X Yosemite – e um vídeo ensinando a pronunciar

Conheça a lista de modelos e anos de Macs que rodarão a versão pública do OS X 10.10 que chegará, como um upgrade gratuito, na próxima primavera.

De modo geral, a lista de modelos é a mesma que já suportava o Mavericks, e o Lion antes dele. Vamos a ela:

  • Mac mini: a partir do modelo do início de 2009
  • MacBook Air: a partir do modelo do final de 2008
  • MacBook (branco): a partir do modelo do início de 2009 (o antigo modelo em alumínio é suportado desde a versão do final de 2008)
  • Mac Pro (desktop): a partir do modelo do início de 2008
  • MacBook Pro: a partir do modelo do meio de 2007 (15 polegadas), meio/fim de 2007 (17 polegadas), meio de 2009 (13 polegadas)
  • iMac: a partir do modelo do meio de 2007
  • Xserve (Início de 2009)

Para saber o modelo e ano do seu Mac, clique na maçã que fica no canto superior esquerdo da tela, selecione “Sobre este Mac”, e clique no botão “Mais informações”. Vai aparecer uma tela como esta:

Destaquei com a seta o ponto em que aparece a informação do ano do modelo. Além de ter o modelo certo, você precisa ainda ter 2GB de RAM ou mais, e 8GB de armazenamento disponível ou mais.

As informações sobre o hardware suportado só são confirmadas oficialmente no momento do lançamento oficial, mas a lista acima é confirmada pela versão preliminar, e é consistente com o que a Apple já fez nas 2 versões anteriores.1.

Bônus: no vídeo acima você fixa a forma correta de pronunciar o nome Yosemite ;-)

 
  1.  Após 3 versões seguidas – 10.6, 10.7 e 10.8 – na qual ela descartou os Macs com processadores PowerPC, processadores Intel de 32 bits, e firmware/drivers gráficos de 32 bits.

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